segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
sábado, 26 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
ERAM HERÓIS
ATÉ O FIM DO ANO, VAMOS MANTER AS PUBLICAÇÕES EM DIA, COMO DER!
E SÓ PRA FAZER DE CONTA QUE ESTAMOS DE FÉRIAS PUBLICAREMOS COISAS MEIO DIFERENTES.
O LIMITE ENTRE A ARTE MODERNA E A IMBECILIDADE É MUUUITO TÊNUE!
A DISTÂNCIA ENTRE UM PRÉDIO E OUTRO, PARA O BATMAN...NÃO!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
TRISTEZINHA DA SEMANA 23
O sujeito manda um buquê, meia dúzia de rosas, para a ex-mulher que vai se formar em enfermagem.
Com a resposta na ponta da língua e até aqui de feridas abertas, ela lhe envia um cartão de agradecimento:
“Não precisava se incomodar. Eu já esperava MEIA dúzia de flores de você e não, uma dúzia inteira. Coisas pela metade são a sua cara!”
Ele, não deixando por menos, responde no verso e reenvia:
“Oras! Enfermagem também não chega a ser um curso. MEIA dúzia de rosas, até que está de bom tamanho!”
Cartão dela:
“Sim. Principalmente prum MEIA bomba como você, que não é exatamente o que podemos chamar de: UM homem!
Cartão dele:
“MEIA bomba, porque você é MEIO larguinha!”
Dela:
“Meio larguinha posso até ser! Mas não graças a você. Se dependesse do seu MEIA foda, eu só seria MEIO mãe, teria tido MEIO orgasmo, etc.!”
Dele:
“MEIA foda é uma das suas bundas, que é maior do que a outra! A da esquerda é MEIO grande; a outra é MEIO mole.”
Dela:
“Aí está uma coisa que você não é só pela metade: BUNDA MOLE!
Dele:
“Pelo menos, minhas bundas são iguais! Rá, rá”
Dela:
“Adeus, Jorge. Estou MEIO atrasada para um encontro com um pinto INTEIRINHO, de verdade.”
Uma faixa, estendida no bairro dela:
“Lenir, tu é MEIO peludinha!”
Outdor, no centro da cidade:
“Jorge: vai tomar no MEIO do seu cú!”
Com a resposta na ponta da língua e até aqui de feridas abertas, ela lhe envia um cartão de agradecimento:
“Não precisava se incomodar. Eu já esperava MEIA dúzia de flores de você e não, uma dúzia inteira. Coisas pela metade são a sua cara!”
Ele, não deixando por menos, responde no verso e reenvia:
“Oras! Enfermagem também não chega a ser um curso. MEIA dúzia de rosas, até que está de bom tamanho!”
Cartão dela:
“Sim. Principalmente prum MEIA bomba como você, que não é exatamente o que podemos chamar de: UM homem!
Cartão dele:
“MEIA bomba, porque você é MEIO larguinha!”
Dela:
“Meio larguinha posso até ser! Mas não graças a você. Se dependesse do seu MEIA foda, eu só seria MEIO mãe, teria tido MEIO orgasmo, etc.!”
Dele:
“MEIA foda é uma das suas bundas, que é maior do que a outra! A da esquerda é MEIO grande; a outra é MEIO mole.”
Dela:
“Aí está uma coisa que você não é só pela metade: BUNDA MOLE!
Dele:
“Pelo menos, minhas bundas são iguais! Rá, rá”
Dela:
“Adeus, Jorge. Estou MEIO atrasada para um encontro com um pinto INTEIRINHO, de verdade.”
Uma faixa, estendida no bairro dela:
“Lenir, tu é MEIO peludinha!”
Outdor, no centro da cidade:
“Jorge: vai tomar no MEIO do seu cú!”
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
TRISTEZINHA DA SEMANA 22
Bom,
ontem, vocês, bilhões de seguidores, notaram que não houve tirinha!
Culpem primeiro a net. Depois a chuva E novamente a net.
Se gastássemos desenhando, o tempo de telefonema técnico, garanto, teriam historinhas horárias e não diárias.
Direcionar os minutos da sua vida, os ânimos, o humor para o lado errado.....tem tristeza maior?
ontem, vocês, bilhões de seguidores, notaram que não houve tirinha!
Culpem primeiro a net. Depois a chuva E novamente a net.
Se gastássemos desenhando, o tempo de telefonema técnico, garanto, teriam historinhas horárias e não diárias.
Direcionar os minutos da sua vida, os ânimos, o humor para o lado errado.....tem tristeza maior?
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
TRISTEZINHA DA SEMANA 21
CONHEÇAM SEM MEDO (JÁ DEVIAM CONHECER):
MÚSICA: REFÉM DA SOLIDÃO
DE: BADEN POWEL E PAULO CÉSAR PINHEIRO
P.S - SE ENTORPEÇAM DE TUDO QUE VEM DO PAULO CÉSAR PINHEIRO!!!
MÚSICA: REFÉM DA SOLIDÃO
DE: BADEN POWEL E PAULO CÉSAR PINHEIRO
P.S - SE ENTORPEÇAM DE TUDO QUE VEM DO PAULO CÉSAR PINHEIRO!!!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
TRISTEZINHA DA SEMANA 20
TRISTE É SE ANIMAR DE VERDADE, COM OS DEPOIMENTOS FINAIS DA NOVELA DAS OITO!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
TRISTEZINHA DA SEMANA 19
DEPREDISPOSIÇÃO
Juvenal fechara um negócio excelente na firma. Fazer o patrão e o cliente feliz só lhe rendeu elogios. Sua namorada àquele dia, dissera ter uma surpresinha o aguardando. A ex-mulher não havia lhe pedido nada. Tudo maravilhosamente bem. O contrário dele!
Encontrava-se muitíssimo “down” nos últimos meses. Mau o reconhecia. Comia quase nada. Dormir menos ainda. Quando dormia, acordava no meio da noite, já com a cabeça cheia, como se não tivesse descansado um minuto sequer.
Pensava: “Que coisa mais triste! Tenho uma família linda e não consigo mais aproveitá-la. Quando me deito já não desfruto do aconchego da minha cama, pensando que terei de acordar para ir trabalhar, ver as mesmas pessoas, tomar o mesmo café da manhã. Será que é isso? Rotina? Então ótimo! Troco o sabor da geléia no café, aproveito que minha imagem está em alta, peço para o chefe mudar a sala de andar e, me tenho de volta!”.
E foi justamente o que fez. Mas isso lhe deu uma saudade insuportável das coisas cotidianas! Da torradinha com framboesa. Da sala ventilada, cujas paredes serviam de escudo para suas olheiras e vez ou outra de trincheira para traições conjugais. Enfim, Juvenal começou a ter tanta saudade que era pego, com certa freqüência, chorando pela falta do seriado do Tarzan, do Rin-Tin-Tin. Do Garibaldo então, nem se fala.
Aí, começou a se preocupar. E a sentir saudades de quando não se preocupava.
Foi encher a cara com os amigos. Precisava de algumas doses para criar coragem de se abrir. Depois de meia dúzia já nem se lembrava do problema. Ficou tudo por isso mesmo.
A manhã, impiedosa, o trouxe de volta ao mundo da prostração manjada, que torna o campo de visão fundo, vago e sem graça.
Juvenal era um jovem esclarecido e conhecia, de leitura, os sintomas de uma depressão. Sabia dessa onda global de Síndrome do Pânico e achava ridículo que qualquer topada no dedão desencadeasse uma. Como seu dedão e tudo mais ia de vento em popa, começou a cogitar a idéia de procurar um especialista. Afinal, depressão ou síndrome, também se pega na ausência de qualquer motivo aparente. Mas não com ele. Se fosse a um psicólogo seria só por via das dúvidas. Pensou de novo: “Será”?
Já no carro, absorto em culpas que nem tinha, repetia para si mesmo: “Bela merda é você, heim, Juvenal!” Assustava-lhe o fato de, a essa altura, não sentir absolutamente nada dentro do peito. Nem tristeza nem alegria. Nada. Um marasmo de ar. Desesperador, mas que não acelerava o coração e nem secava a boca. Não queria morrer, mas viver também era um saco.
Depois de alguns minutos de consulta ouviu atenciosamente o diagnóstico do doutor:
- É seu Juvenal...tudo indica que o seu caso é mesmo de depressão.
Ainda com os olhos arregalados de espanto, ele deixa o prédio do centro e entra de novo em seu carro. O sangue voltara a circular. Sente sua respiração oxigenando cada fresta do seu corpo. Está mais corado. Lembra de uma piada. Ri sozinho. Repete: “Bela merda é você, heim, Juvenal!” e dá gargalhadas. Está tão eufórico que larga o carro na rua e vai embora a pé. Leve como se desfilasse nas nuvens. Parecia a Gisele Bündchen.
Juvenal fechara um negócio excelente na firma. Fazer o patrão e o cliente feliz só lhe rendeu elogios. Sua namorada àquele dia, dissera ter uma surpresinha o aguardando. A ex-mulher não havia lhe pedido nada. Tudo maravilhosamente bem. O contrário dele!
Encontrava-se muitíssimo “down” nos últimos meses. Mau o reconhecia. Comia quase nada. Dormir menos ainda. Quando dormia, acordava no meio da noite, já com a cabeça cheia, como se não tivesse descansado um minuto sequer.
Pensava: “Que coisa mais triste! Tenho uma família linda e não consigo mais aproveitá-la. Quando me deito já não desfruto do aconchego da minha cama, pensando que terei de acordar para ir trabalhar, ver as mesmas pessoas, tomar o mesmo café da manhã. Será que é isso? Rotina? Então ótimo! Troco o sabor da geléia no café, aproveito que minha imagem está em alta, peço para o chefe mudar a sala de andar e, me tenho de volta!”.
E foi justamente o que fez. Mas isso lhe deu uma saudade insuportável das coisas cotidianas! Da torradinha com framboesa. Da sala ventilada, cujas paredes serviam de escudo para suas olheiras e vez ou outra de trincheira para traições conjugais. Enfim, Juvenal começou a ter tanta saudade que era pego, com certa freqüência, chorando pela falta do seriado do Tarzan, do Rin-Tin-Tin. Do Garibaldo então, nem se fala.
Aí, começou a se preocupar. E a sentir saudades de quando não se preocupava.
Foi encher a cara com os amigos. Precisava de algumas doses para criar coragem de se abrir. Depois de meia dúzia já nem se lembrava do problema. Ficou tudo por isso mesmo.
A manhã, impiedosa, o trouxe de volta ao mundo da prostração manjada, que torna o campo de visão fundo, vago e sem graça.
Juvenal era um jovem esclarecido e conhecia, de leitura, os sintomas de uma depressão. Sabia dessa onda global de Síndrome do Pânico e achava ridículo que qualquer topada no dedão desencadeasse uma. Como seu dedão e tudo mais ia de vento em popa, começou a cogitar a idéia de procurar um especialista. Afinal, depressão ou síndrome, também se pega na ausência de qualquer motivo aparente. Mas não com ele. Se fosse a um psicólogo seria só por via das dúvidas. Pensou de novo: “Será”?
Já no carro, absorto em culpas que nem tinha, repetia para si mesmo: “Bela merda é você, heim, Juvenal!” Assustava-lhe o fato de, a essa altura, não sentir absolutamente nada dentro do peito. Nem tristeza nem alegria. Nada. Um marasmo de ar. Desesperador, mas que não acelerava o coração e nem secava a boca. Não queria morrer, mas viver também era um saco.
Depois de alguns minutos de consulta ouviu atenciosamente o diagnóstico do doutor:
- É seu Juvenal...tudo indica que o seu caso é mesmo de depressão.
Ainda com os olhos arregalados de espanto, ele deixa o prédio do centro e entra de novo em seu carro. O sangue voltara a circular. Sente sua respiração oxigenando cada fresta do seu corpo. Está mais corado. Lembra de uma piada. Ri sozinho. Repete: “Bela merda é você, heim, Juvenal!” e dá gargalhadas. Está tão eufórico que larga o carro na rua e vai embora a pé. Leve como se desfilasse nas nuvens. Parecia a Gisele Bündchen.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
TRISTEZINHA DA SEMANA 18
EMOCIONANTE, É FICAR ESPERANDO O NOVO DISCO DO SEU ÍDOLO E ELE JÁ TER MORRIDO!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
TRISTEZINHA DA SEMANA 16
COELHINHO ASTUTO: A HISTÓRIA MAIS TRISTE DA FLORESTA
Era uma vez, um coelhinho sagaz
O sagaz coelhinho se chamava Clineuzinho
O astuto coelhinho era muito bonitinho
Tinha fama de bonzinho aquele astuto coelhinho
Todos no vale sabiam que ele era um bonachão
O meiguinho coelhinho tinha um bom coraçãozinho
Era nosso amiguinho o meiguinho coelhinho
Quase todas as coelhinhas eram apaixonadas pelo felpudo coelhinho
Na maioria delas, ele fazia filhotinhos,
Era um pai por natureza, este esperto coelhinho
Falava coisas ao pé-do-ouvido de tocar o coração
Com aquele jeito fofinho, chegava de mansinho
Nosso herói, o coelhinho!
Dia desses na floresta, lá estava ele.
Sim ele! O adorável coelhinho
Pulandinho, pulandinho de volta pro seu buraquinho
Ao chegar em sua casa teve aquela decepção
Sua esposa coelhinha, que era muito gostosinha
Não sabia até então que era também uma galinha
E que na cama ela traía o agora estupefato coelhinho!
A coelhinha o traía com o Tamanduá Fabricinho
Que era muito taradinho e que tinha um defeitinho:
Eram tortos os dedinhos do promíscuo Fabricinho
O choroso coelhinho gritou: “JUSTO PARA ESSE DEDO TORTO?”
O malvado Fabricinho que tinha fama de encrenquerinho
Respondeu: “Cê num sabe coelhinho?
Venha aqui que eu vou mostrar pra que serve o meu dedinho!”
Foi aí que adentrou um outro animalzinho
O Macaco Albino de apelido Jordizinho
Era meio desastrado, o falante macaquinho
Entrou derrubando alguns móveis, copos, cadeiras...
E viu o que o tamanduá fazia no pobre do roedorzinho
Meio sem acreditar, esboçou um sorrisinho:
“Pô Fabrício só o dedo? Arrebenta esse coelhinho!”
Fabricinho delirava com os gritinhos do coelhinho
Virou para o Jordizinho que era também imbecilzinho
E exclamou: “ Sua vez Macaco Jordy! Vá e curra a coelhinha!
Depois venha me ajudar a dar um pau nesse coelhinho!”
Jordizinho respondeu: “Currá ela deixe quieto,
que eu estou namorandinho.
Agora...sacanear esse coelhinho...hmmm!!!!!”
Um pegou pelas orelhas, outro pelos pezinhos
Esticaram o coelhinho até estralarem os ossinhos
Depois giraram o pobrezinho
até ficar tontinho
e espatifaram na parede o dolorido coelhinho
Que a essa altura, nem saía mais o seu chorinho!
Dando socos e ponta-pés, disse o Monkey Jordizinho:
Tive uma idéia! Vamos mandar pelos ares esse sangrento coelhinho!”
Fabricinho adorou: “Vam’aê, vam’aê, vam’aê...
Você acende a bomba e eu boto no cuzinho!”
Dito e feito! Aceso o paviozinho, só faltava o empurrãozinho
Enfiaram cú à dentro do bichinho aquela puta dinamite!
Antes do pavio queimar tudinho
Jordizinho e Fabricinho morriam de rir:
“Coitadinho do coelhinho, além de corno vai ficar em peçacinhos!”
Fabricinho aproveitou para dar mais uminha na coelhinha safadinha
Foi quando perceberam que o azarado coelhinho
Estava balbuciandinho alguma coisa:
Se aproximaram então, encostando os ouvidinhos,
O banguela coelhinho quase sem forças dizia:
“Ela tem...ela tem gonorréia!!!!!”
Os dois saíram correndinho,
Pois o pavio já estava no finalzinho
Mandando o astuto coelhinho
Pra casa do caralho!
Era uma vez, um coelhinho sagaz
O sagaz coelhinho se chamava Clineuzinho
O astuto coelhinho era muito bonitinho
Tinha fama de bonzinho aquele astuto coelhinho
Todos no vale sabiam que ele era um bonachão
O meiguinho coelhinho tinha um bom coraçãozinho
Era nosso amiguinho o meiguinho coelhinho
Quase todas as coelhinhas eram apaixonadas pelo felpudo coelhinho
Na maioria delas, ele fazia filhotinhos,
Era um pai por natureza, este esperto coelhinho
Falava coisas ao pé-do-ouvido de tocar o coração
Com aquele jeito fofinho, chegava de mansinho
Nosso herói, o coelhinho!
Dia desses na floresta, lá estava ele.
Sim ele! O adorável coelhinho
Pulandinho, pulandinho de volta pro seu buraquinho
Ao chegar em sua casa teve aquela decepção
Sua esposa coelhinha, que era muito gostosinha
Não sabia até então que era também uma galinha
E que na cama ela traía o agora estupefato coelhinho!
A coelhinha o traía com o Tamanduá Fabricinho
Que era muito taradinho e que tinha um defeitinho:
Eram tortos os dedinhos do promíscuo Fabricinho
O choroso coelhinho gritou: “JUSTO PARA ESSE DEDO TORTO?”
O malvado Fabricinho que tinha fama de encrenquerinho
Respondeu: “Cê num sabe coelhinho?
Venha aqui que eu vou mostrar pra que serve o meu dedinho!”
Foi aí que adentrou um outro animalzinho
O Macaco Albino de apelido Jordizinho
Era meio desastrado, o falante macaquinho
Entrou derrubando alguns móveis, copos, cadeiras...
E viu o que o tamanduá fazia no pobre do roedorzinho
Meio sem acreditar, esboçou um sorrisinho:
“Pô Fabrício só o dedo? Arrebenta esse coelhinho!”
Fabricinho delirava com os gritinhos do coelhinho
Virou para o Jordizinho que era também imbecilzinho
E exclamou: “ Sua vez Macaco Jordy! Vá e curra a coelhinha!
Depois venha me ajudar a dar um pau nesse coelhinho!”
Jordizinho respondeu: “Currá ela deixe quieto,
que eu estou namorandinho.
Agora...sacanear esse coelhinho...hmmm!!!!!”
Um pegou pelas orelhas, outro pelos pezinhos
Esticaram o coelhinho até estralarem os ossinhos
Depois giraram o pobrezinho
até ficar tontinho
e espatifaram na parede o dolorido coelhinho
Que a essa altura, nem saía mais o seu chorinho!
Dando socos e ponta-pés, disse o Monkey Jordizinho:
Tive uma idéia! Vamos mandar pelos ares esse sangrento coelhinho!”
Fabricinho adorou: “Vam’aê, vam’aê, vam’aê...
Você acende a bomba e eu boto no cuzinho!”
Dito e feito! Aceso o paviozinho, só faltava o empurrãozinho
Enfiaram cú à dentro do bichinho aquela puta dinamite!
Antes do pavio queimar tudinho
Jordizinho e Fabricinho morriam de rir:
“Coitadinho do coelhinho, além de corno vai ficar em peçacinhos!”
Fabricinho aproveitou para dar mais uminha na coelhinha safadinha
Foi quando perceberam que o azarado coelhinho
Estava balbuciandinho alguma coisa:
Se aproximaram então, encostando os ouvidinhos,
O banguela coelhinho quase sem forças dizia:
“Ela tem...ela tem gonorréia!!!!!”
Os dois saíram correndinho,
Pois o pavio já estava no finalzinho
Mandando o astuto coelhinho
Pra casa do caralho!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Tristezinha da semana 15
O marido chega da exumação do corpo de seu pai com um osso nas mãos e a mulher pergunta:
- O que é isso, meu bem?
- É o fêmur de papai.
- Hã...? Você se importaria em me responder, por que você trouxe isso para casa?
- Ah, eles estavam botando tudo que tinha sobrado do corpo numa caixa. Perguntaram se eu queria alguma coisa...
- E que diabos você vai fazer com isso?
- Julinho, meu filho! Toma, brinca com o vovô!
- O que é isso, meu bem?
- É o fêmur de papai.
- Hã...? Você se importaria em me responder, por que você trouxe isso para casa?
- Ah, eles estavam botando tudo que tinha sobrado do corpo numa caixa. Perguntaram se eu queria alguma coisa...
- E que diabos você vai fazer com isso?
- Julinho, meu filho! Toma, brinca com o vovô!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
TRISTEZINHA DA SEMANA 14
NÃO PROPICIAR TEMPO AOS PAIS, PARA QUE ALMOCEM COM SEUS FILHOS DIARIAMENTE, É CRIME INAFIANÇÁVEL!!!
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Tristezinha da semana 13
HOMENAGEM ÀS DESCONHECIDAS DAS ARTES.
Um beijo a todas as senhoras que lecionam artes.
Música; pintura; porcelanato.
Costumam fazer em suas próprias casas e já têm uma certa idade.
Já ensinaram em conservatórios, em boas escolas, já foram aplaudidas.
Hoje lutam (des)humanamente para repassar um pouco de bom gosto às novas gerações. Para cavocarem algum talento ainda verde.
Fazem com tanto amor, não há dúvida, pois já não desfrutam da força de outrora. Apenas do suficiente para fazerem sua parte.
Elas emanam sensibilidade pelos poros e suas casas sempre parecem as casas da nossa infância.
Tomara Deus, nunca deixem de exisitir.
Lindas!
Cadê a tristeza de tudo isso?
É que seus alunos não aprendem...
Um beijo a todas as senhoras que lecionam artes.
Música; pintura; porcelanato.
Costumam fazer em suas próprias casas e já têm uma certa idade.
Já ensinaram em conservatórios, em boas escolas, já foram aplaudidas.
Hoje lutam (des)humanamente para repassar um pouco de bom gosto às novas gerações. Para cavocarem algum talento ainda verde.
Fazem com tanto amor, não há dúvida, pois já não desfrutam da força de outrora. Apenas do suficiente para fazerem sua parte.
Elas emanam sensibilidade pelos poros e suas casas sempre parecem as casas da nossa infância.
Tomara Deus, nunca deixem de exisitir.
Lindas!
Cadê a tristeza de tudo isso?
É que seus alunos não aprendem...
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Tristezinha da semana 12
“Só os imbecis mandam rosas”
(Roterista que eu não lembro, de um filme independente aí!)
(Roterista que eu não lembro, de um filme independente aí!)
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Tristezinha da semana 11
Fulano queria tanto parecer outra pessoa, que estava cada vez mais parecido com o idiota de si mesmo.
E eu...cada vez mais fofoqueiro!
E eu...cada vez mais fofoqueiro!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
TRISTEZINHA 9
- Entre uma loira e uma morena, ambas fenomenais, qual você prefere?
- A que fuma.
- E se as duas fumarem?
- A que bebe.
- E se as duas fumarem e beberem?
- A que gostar de sexo anal.
- Tá! E se nenhuma gostar?
- Aí eu prefiro continuar comendo essas baranguinhas pela rua!
- A que fuma.
- E se as duas fumarem?
- A que bebe.
- E se as duas fumarem e beberem?
- A que gostar de sexo anal.
- Tá! E se nenhuma gostar?
- Aí eu prefiro continuar comendo essas baranguinhas pela rua!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
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